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Polícia Civil de Campina da Lagoa instaura inquérito civil para apurar morte de adolescente

autor Publicado em 02 de Dezembro de 2018

 

Polícia Civil de Campina da Lagoa instaura inquérito civil para apurar morte de adolescente

 

A Polícia Civil de Campina da Lagoa instaurou um inquérito civil para investigar a morte de um adolescente de 12 anos “supostamente” após tomar vacina contra tétano no Hospital e Maternidade Nossa Senhora das Graças. A fatalidade aconteceu na última terça-feira (27), mas a imprensa só tomou conhecimento dos fatos nesta quinta-feira (29).

A Polícia Civil foi acionada Secretaria Municipal de Saúde do município no momento do ocorrido, a 11ª Regional da Saúde de Campo Mourão, também foi acionada e acompanha o caso.

O delegado de Polícia Civil de Campina da Lagoa, Sérgio Antônio Brito informou à vários veículos de imprensa que ainda não é possível afirmar a causa da morte. “Não podemos ser levianos a ponto de afirmar isso que a vacina provocou o óbito”, disse. O corpo do garoto foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de Campo Mourão, onde passou por exames que devem identificar a causa da morte. “Estamos apurando também se houve algum tipo de erro no procedimento da equipe de enfermagem que atendeu este adolescente”, informou o delegado.

Brito comentou que foi apreendido um frasco com o restante da vacina que será encaminhado ao Laboratório Forense da Polícia Civil em Curitiba para análise.  Segundo ele, este lote da vacina já acabou no município e esta era a última dose. “O restante da dose foi encaminhado para perícia para apurar se tem algum tipo de alteração ou contaminação”, frisou.

O delegado comentou que ouviu nessa quarta-feira (28) a auxiliar de enfermagem que atendeu o menino, além do dono e do gerente do hospital onde a criança foi atendida. Ainda segundo ele, no depoimento a auxiliar de enfermagem relatou que ministrou a dosagem correta da vacina e garantiu que todo o atendimento foi feito conforme os procedimentos padrões para este tipo de caso.

 

 

O que diz a direção do hospital

Ao G1 a direção do hospital informou que, internamente, o caso é tratado como uma reação a algum medicamento. Para a direção, não se pode afirmar ainda que a morte foi provocada pela vacina ou por outro medicamento que o menino tenha ingerido fora da unidade.

"Não tendo conhecimento. Preferimos aguardar os laudos para tomar qualquer medida", explicou a direção.

 

Fonte: G1

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